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sábado, 4 de julho de 2015

A Igreja e as instituições paraeclesiásticas


Pregador: Presb. Sandro Sampaio

terça-feira, 30 de junho de 2015

Alegria


sábado, 13 de junho de 2015

AS FALSAS PROFECIAS DE ELLEN WHITE


A sra. Ellen G. White é a profetisa oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Este grupo religioso tem as profecias dela no mesmo nível da Bíblia Sagrada, tanto é assim, que não tomam café por conta de profecias dela, pois a Bíblia nada fala sobre isto.

Mas, esta senhora seria de fato profetisa verdadeira e legítima? Claro que não.  A Bíblia é clara em dizer que se um pretenso profeta declarar uma profecia e ela não se cumprir este profeta é falso e não veio de Deus (Dt 18:21-22), uma só profecia não cumprida desqualifica totalmente o profeta, pois como confiar em alguém que já não acertou suas vidências? Ellen White já errou alguma profecia? Alguma não, errou muitas, vamos listar os erros “proféticos” desta senhora, a seguir, e dar as fontes e referências como prova..

·         Ellen White profetizou que "a antiga cidade de Jerusalém jamais seria reconstruída" (Ellen G. White, Early Writings, 75). Em 1967 Jerusalém foi retomada pelos judeus e não só está reconstruída como tem uma vida normal na atualidade.
·         Ellen White profetizou que ela mesma estaria viva por ocasião do arrebatamento (Ellen G. White, Early Writings, 15-16), ela morreu em 1915 e até hoje o arrebatamento não aconteceu.
·         Ellen White profetizou que Cristo iria retornar antes da abolição da escravatura (Ellen G. White, Early Writings, 35, 276). A escravatura foi abolida nos Estados Unidos em 1865 e Cristo ainda não voltou.
·         Ellen White profetizou, também, que os adventistas que estivessem vivos em 1856 estariam vivos por ocasião do arrebatamento (Ellen G. White, Testimonies, 131-132), todos eles já morreram e o arrebatamento não veio ainda.

Nos basta estas contundentes e irrefutáveis provas para dizermos que Ellen G. White é uma falsa profetisa e que seus ensinos são perniciosos e não possuem nenhuma autoridade de Deus; mais do que isto, o movimento adventista não passa de um grupo denominacional sectário, eivado de erros desde seu início, e que eles nada tem com a Igreja do Novo Testamento.

Por que os adventistas guardam o sábado? Por que não tomam café e não comem carne de porco? Por causa da Bíblia? Na verdade não, a Bíblia é a desculpa oficial utilizada. São os ensinos, instruções, profecias e interpretações da sra. White que os levam a tais atitudes. Com esta senhora desqualificada como profetisa de Deus, toda a denominação está, teologicamente, desacreditada.

Abandonemos o legalismo do antigo pacto e ingressemos na Igreja de Cristo, a igreja da nova aliança.


Presb. Sandro Sampaio

domingo, 7 de junho de 2015

BREVE HISTÓRIA DA IPI DO BRASIL



Por: Rev. Gerson Correia de Lacerda
 
A Igreja Presbiteriana Independente do Brasil foi organizada no dia 31 de julho de 1903, na cidade de São Paulo-SP. Ela é um dos muitos ramos da Igreja Reformada, que teve origem na cidade de Genebra, Suiça, no século XVI, sob a liderança do francês João Calvino.
O presbiterianismo foi introduzido no Brasil a partir de 12 de agosto de 1859, quando chegou, ao Rio de Janeiro, enviado pela Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, o missionário Rev. Ashbel Green Simonton.
Naquela época, o Brasil ainda era um país que vivia sob o regime da monarquia. Do ponto de vista religioso, a nação era oficialmente católica romana.  A constituição de 1824 dificultava a instalação e propagação de Igrejas Reformadas. Mesmo assim, a partir da vinda do primeiro missionário presbiteriano, várias Igrejas Presbiterianas foram sendo instituídas no território nacional. Em 1888, um ano antes da proclamação da república, foi organizado o Sínodo da Igreja Presbiteriana do Brasil.
O advento da forma republicana de governo, em 1889, separou a Igreja do Estado. Passou a haver mais liberdade para a expansão do presbiterianismo e de outras Igrejas Protestantes no Brasil.
Todas elas estavam estreitamente vinculadas às Igrejas norte-americanas, que continuavam enviando missionários e recursos financeiros para a manutenção e desenvolvimento de suas filiais brasileiras. Por causa dessa situação, as Igrejas brasileiras não dispunham de ampla autonomia em relação às Igrejas-mães dos Estados Unidos, que muitas vezes, interferiam em suas decisões.
Foi em tal contexto que surgiu um acirrado debate a respeito da maçonaria. Muitos presbiterianos eram filiados às lojas maçônicas. Seria isso compatível com a profissão de fé evangélica?
Um grupo de 7 pastores e 15 presbíteros presbiterianos, insatisfeito com tal forma de relacionamento entre a Igreja Presbiteriana do Brasil e a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, no dia 31 de julho de 1903, resolveu organizar uma Igreja Presbiteriana Brasileira, ou seja, uma Igreja nacional, sustentada com recursos nacionais e com total autonomia em relação às Igrejas norte-americanas. Ao mesmo tempo, tomou firme posição em defesa da tese da incompatibilidade entre a maçonaria e a profissão de fé evangélica.
O líder do grupo que organizou a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil foi o Rev. Eduardo Carlos Pereira, conhecido gramático e linguista, que se destacou na luta pela abolição da escravidão negra em nossa terra.
Dessa maneira, organizou-se a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. Foi a primeira Igreja Protestante brasileira a ser mantida exclusivamente por brasileiros.
Na época de sua organização, muitos diziam que ela não tinha futuro. Muitos afirmavam que era impossível o sustento de uma Igreja Protestante no Brasil tão somente com recursos nacionais.
No entanto, pela graça de Deus, a Igreja Presbiteriana Independente chegou ao seu Centenário.
Com cerca de 100.000 membros, que se reúnem nos aproximadamente 500 templos que se espalham pelo território nacional, a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil possui três seminários (em São Paulo, em Londrina e em Fortaleza) e quatro Centros de Treinamento Missionário (em Cuiabá, em Florianópolis, em Natal e em Campinas) [dados de 2003].
Além disso, desenvolve intensa obra social em suas Igrejas locais, bem como por intermédio da Associação Bethel, uma das mais antigas organizações não-governamentais do Brasil, que foi estabelecida nos idos de 1922. Dedica-se, também, à obra educativa, pois várias de suas Igrejas mantém instituições de ensino.



PRESIDENTES DA IGREJA PRESBITERIANA INDEPENDENTE DO BRASIL

 

1903 – Rev. Caetano Nogueira Júnior

1904 – Rev. Eduardo Carlos Pereira

1905 – Rev. Bento Ferraz

1906 – Rev. Francisco Lotufo

1907 – Rev. Otoniel Mota

1908 – Rev. Bento Ferraz

1908 – Rev. Caetano Nogueira Júnior

1911 – Rev. Eduardo Carlos Pereira

1914 – Rev. Bento Ferraz

1917 – Rev. Eduardo Carlos Pereira

1919 – Rev. Alfredo Borges Teixeira

1922 – Rev. Francisco Lotufo

1925 – Rev. Vicente Themudo Lessa

1927 – Rev. Otoniel Mota

1929 – Rev. Francisco Pereira Júnior

1932 – Rev. Odilon Damasceno de Morais

1934 – Rev. Epaminondas Melo do Amaral

1936 – Rev. Bento Ferraz

1938 – Rev. Odilon Damasceno de Morais

1940 – Rev. Odilon Damasceno de Morais

1943 – Rev. Azor Etz Rodrigues

1945 – Rev. Sátilas do Amaral Camargo

1947 – Rev. Antônio Corrêa Rangel de Alvarenga

1949 – Rev. Orlando Ferraz

1951 – Rev. João Euclydes Pereira

1953 – Rev. Alfredo Borges Teixeira

1955 – Rev. Jorge Bertolasso Stella

1957 – Rev. Seth Ferraz

1957 – Rev. Alfredo Borges Teixeira (Presidente de Honra)

1959 – Rev. Sátilas do Amaral Camargo

1962 – Rev. João Euclydes Pereira

1965 – Rev. Daily Rezende França

1969 - Rev. Daily Rezende França

1971 – Rev. Rubens Cintra Damião

1972 – Rev. José Coelho Ferraz

1975 – Rev. José Coelho Ferraz

1978 – Rev. José Coelho Ferraz

1981 – Rev. Abival Pires da Silveira

1984 – Rev. Abival Pires da Silveira

1987 – Rev. Assir Pereira

1991 – Rev. Abival Pires da Silveira

1995 – Rev. Mathias Quintela de Souza

1999 – Rev. Leontino Farias dos Santos

2003 – Rev. Assir Pereira

2007 – Rev. Assir Pereira

2011 – Rev. Áureo Rodrigues de Oliveira

2015 – Rev. Áureo Rodrigues de Oliveira

quarta-feira, 3 de junho de 2015

“CORPUS CHRISTI”, COMO ASSIM?



 
Corpus Christi (do latim: Corpo de Cristo) é uma festa religiosa católica romana realizada desde o século XIII para celebrar a doutrina da transubstanciação, que segundo o Quarto Concílio de Latrão (1215) significa que quando o pão e vinho eucarísticos são consagrados eles se transformam no “verdadeiro” corpo e sangue de Cristo.

Como tal doutrina contrária claramente a lógica e o bom senso, pois antes e depois da consagração o pão continua sendo pão e o vinho continua sendo vinho, os teólogos católicos apelam para uma artificial e filosófica definição entre substância e acidente, dizendo que houve sim a tal “mudança” na “substância” (intrinsecamente) mas o acidente continua o mesmo (extrinsecamente).

Obviamente esta doutrina não se sustenta nem a luz da Bíblia e nem da ciência. Jesus, segundo as Escrituras, realizou um único milagre de transubstanciação, foi quando ele transformou a água em vinho em um banquete de casamento em Caná da Galiléia (João 2.1-11) e isto nada tem haver com a Santa Ceia (Ceia do Senhor ou Eucaristia). Quando ele fez esta verdadeira mudança tudo foi alterado, a água verdadeiramente transubstanciada em vinho passou a ter cor de vinho, gosto de vinho e sendo examinada constatou-se fisicamente que ela, de fato, se tornou vinho – tanto na substância como nos acidentes.

Pergunta-se então, acontece o mesmo com a eucaristia católica? A resposta é um sonoro não, logo, não há nenhuma transubstanciação aqui. Pão é tão pão antes como depois da consagração, de igual forma o vinho.

A Ceia do Senhor, que Jesus instituiu pouco antes de sua paixão, é um memorial simbólico e espiritual (1Coríntios 11.24-25) onde o pão representa o corpo de Cristo e o fruto da videira seu sangue, tanto é assim, que mesmo depois das palavras consagratórias da instituição o apóstolo Paulo volta a chamá-lo de “pão” (1Coríntios 11.27), não havendo assim nenhuma mudança ou presença local do corpo de Cristo nele.

Se formos entender como literais as palavras de Jesus “Isto é o meu corpo”, teríamos de acusá-lo de erro pois nada acontece semelhante a transformação da boda de Caná , mais ainda, teríamos de explicar como Jesus comeu o seu próprio corpo e ainda permaneceu com ele por inteiro (Marcos 14.22-26), algo completamente impensável. Jesus certa vez disse também: “Eu sou a porta” (João 10.9), será que se consagrada uma porta se transformará igualmente em Jesus?

Não adianta dizer que isto seria um “racionalismo bíblico”, fatos são fatos. Quando Jesus realizava um milagre Ele comprovava factualmente tal milagre (Lucas 17.14), não usava de subterfúgios para explicar o inexplicável. Se Deus fez o universo com tamanha lógica, ordem e razão, se Ele mesmo nos convida a “arrazoar”, isto é, usar a razão, com Ele (Isaías 1.18) e se ele nos dotou de racionalidade – que nos distingue dos animais, se Jesus ordenou que examinássemos as Escrituras (João 5.39), e examinar só é possível com o uso da razão, logo, ela deve e precisa ser usada para encontrarmos a verdade bíblica, e o Criador não teme a razão humana e não ensina nada que não seja razoável e dentro do bom senso. Podemos não compreender as minúcias dos mistérios divinos (Deuteronômio 29.29), mas tudo o que Ele nos revelou em sua Palavra faz sentido, pois senão, não conseguiríamos entendê-lo, segui-lo, obedecê-lo e amá-lo.

Já quando se trata da doutrina romana da transubstanciação nada faz sentido, nem teológica e nem científicamente, logo, não há qualquer motivo bíblico ou racional para que creiamos nisto e menos ainda para que celebremos esta festa que é completamente sem significado.


 Presb. Sandro Sampaio
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