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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Revelação irá abafar escândalo de filme de pedofilia que vem assombrando sua vida e carreira durante décadas?



Julio Severo

No programa Fantástico de domingo passado, Xuxa alegou que sofreu abusos sexuais na infância. Supostamente, foram três homens.
Xuxa, no Fantástico, revelando-se vítima de pedofilia
Sua declaração forte trouxe uma alta em sua imagem num momento em que sua carreira já não tem o brilho que tinha antes. O brilho tem sido cada vez mais ofuscado por um sombrio esqueleto em seu armário: Em 1982 ela fez o papel principal do filme “Amor estranho amor”, que contém cenas de pedofilia explícita em que ela seduz um menino.
Xuxa vem travando uma batalha judicial sem tréguas para que o filme, que tem perturbado sua carreira e fama, não seja oficialmente comercializado em DVD. Seus produtores haviam chegado a exigir 100 mil reais por ano para manter o filme “extinto”. O desgaste com o obsceno filme pró-pedofilia tem sido um flagelo na fama e bolso da atriz.
Xuxa, em filme pró-pedofilia, fazendo sexo com um menino
A trajetória de Xuxa, com suas recentes revelações de pedofilia na infância, teve um início com contexto previsível. Sabe-se que ela, por costume da família ou vontade própria, gostava de andar nua dentro de casa quando era menina. Crianças de lares com tais “hábitos” não raramente enxergam com “naturalidade” o sexo.
Qualquer homem moralmente são teria dificuldade de visitar uma casa onde o pai permite que sua filha de oito, dez ou doze anos ande “ao natural”. Não chega a ser “fora do normal” um lar com nudez descarada produzir abusos sexuais. É um ambiente produtor de tentações.
Tais lares, além de tornarem suas crianças vulneráveis aos oportunistas sexuais, não veem nada de errado em revistas pornográficas.
Xuxa como capa da Playboy: ganhando muito dinheiro
Xuxa não só tinha essa visão, mas também chegou a posar nua para várias revistas pornográficas, inclusive a mais famosa, a Playboy. O que era “natural” para ela acabou também virando fonte de renda.
Mesmo com esse histórico moralmente turbulento, ela acabou entrando no mercado infantil, com um programa primeiramente na TV Manchete e depois na TV Globo, onde dançarinas mirins com trajes curtos e a garotada garantiram para ela e para a TV Globo IBOPE e audiência. Ela passou de coelhinha da Playboy à rainha dos baixinhos.
É uma carreira infantil de sucesso alicerçada em assombrações pornográficas e pedofílicas.
Ela não era, é claro, o exemplo ideal para as crianças. Mas o mundo imundo da TV tem valores inversos de uma família que protege os filhos com valores morais.
Durante o governo de Lula, Xuxa encabeçou a campanha nacional “Não Bata, Eduque!”, lançada por Lula em Brasília. A campanha, de modo ostensivo, buscava a criminalização de pais e mães que aplicam castigos físicos como disciplina para o mau comportamento dos filhos.
Xuxa mostrou sua rebelião a esse mundo com limites para as crianças. Talvez ela anseie um mundo onde as crianças possam tranquilamente andar livres dentro de casa — livres de roupas — e assim estar mais preparadas para ver com naturalidade o sexo e a revista Playboy.
Mas a experiência de uma infância sem limites e sem roupas não trouxe felicidade para a menina Xuxa. Trouxe, pelo que alega ela, estupros. E trouxe, pelo que mostra seu currículo, seu estrelato num filme de pedofilia explícita e participação em revistas pornográficas.
Em todas essas décadas, Xuxa jamais reclamou de ter sofrido peso na consciência pela óbvia incoerência entre sua vida no mercado pornográfico e no mercado infantil. O que importava, talvez, fosse obter dinheiro, fosse de qual fosse a procedência.
Na entrevista ao Fantástico, Xuxa se queixa de um pai ausente, mas quando ela teve oportunidade de fazer diferença na sua vida, ela escolheu ter uma filha sem um pai. Ela determinou que a figura do pai ficasse ausente da vida de sua filha.
Depois de sua recente confissão de abuso sexual na infância, Xuxa deveria abandonar seu ativismo contra os direitos dos pais disciplinarem seus filhos e imporem limites — inclusive o uso de roupas — neles. Abuso e violência não é impor limites nos filhos, conforme hoje esbraveja Xuxa com sua campanha anti-pais, mas a falta de limites.
Seu ativismo agora deveria se limitar aos malefícios da nudez dentro de casa, de como essa prática torna as crianças presas fáceis de pedófilos, do sexo casual e da pornografia.
O ativismo dela deveria também incluir uma campanha de alerta para que os pais bloqueiem toda pornografia em seus lares.
E ela poderia também aproveitar e aparecer novamente no Fantástico para pedir perdão às famílias e crianças do Brasil pelo filme “Amor estranho amor”, onde ela mesma, já adulta consciente e com fome de grana, fez descarada propaganda pró-pedofilia.

terça-feira, 22 de maio de 2012

A Ceia e a Necessidade do Amor Próprio


terça-feira, 15 de maio de 2012

Misticismo e Heresia



Eis um exemplo grotesco de misticismo e heresia. Se uma pessoa vai ser batizada é porque já, anteriormente, creu em Cristo ("Os que lhe aceitaram a palavra foram batizados" - Atos 2:41), ora como o "mal" pode tomar alguém que creu em Cristo e está prestes a comprometer-se com Ele pelo batismo? Isso é heresia. Ou essa denominação batiza gente que não crê de verdade,  ou essas supostas "possessões" são engodo místico, pois a Palavra de Deus diz explicitamente: "Quem crer em mim [Jesus], como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito [Santo] que haviam de receber os que nele cressem." (João 7:38-39). Ora, se quem crê em Cristo recebe o Espírito Santo não pode nunca ser alvo de possessão maligna. No mínimo, essa denominação tem ensino e prática anti-bíblica.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Mentiras Mórmons


Introdução 
Se o mormonismo não é a "verdadeira religião" como afirma ser, então tem que afirmar, lógico, que não é verdadeiro e é uma mentira. Se Joseph Smith realmente não viu anjos e se ele realmente não traduziu o Livro de Mórmon com ajuda divina, então tudo o que eles afirmam são mentiras.
Mas o propósito deste artigo não é tratar deste longo assunto, já que a quantidade de evidência que seria exigida para demonstrar a falsidade dessas afirmações (e as outras afirmações mórmons) é mais do que pode ser colocado neste pequeno espaço. Contudo, apresentarei aqui algumas evidências onde mostra que os líderes e a igreja mórmons fácil e claramente mentiram intencionalmente para enganar, à serviço de sua religião.

A mentira, mostrarei, embora piamente condenada pelas escrituras e sermões mórmons, foi usada pela igreja e seus líderes desde o começo até a época atual. Este uso de falsidade é completamente incongruente com suas afirmações de serem guiados por Deus para serem corretos, como a fonte de verdade. Deus (ou os mensageiros de Deus) precisariam mentir? A mentira, "não é de Deus".

Escritos mórmons condenam a mentira e os mentirosos 
(Todos os grifos são nossos)

Doutrinas e Convênios (D&C) 50:17-18 
17 Em verdade vos digo, aquele que é ordenado por mim e é enviado para pregar a palavra de verdade pelo Consolador, no Espírito de verdade, ele prega isto pelo Espírito de verdade ou algum outro meio?
18 e se for por algum outro meio não é de Deus. 

D&C 63:17 
17 portanto, eu, o Senhor, disse que o tímidos, o incrédulos, todos os mentirosos,  todos os que amam e praticam a mentira, os impudicos e os feiticeiros, terão sua parte no que lago que queima com fogo e enxôfre, que é a segunda morte.

D&C 129:7 
7 ...é o contrário da ordem do céu um homem justo enganar;...

As mentiras de Joseph Smith sobre Poligamia (Matrimônio "Plural/Celestial") 
A Mentira:
Em maio de 1844, Joseph Smith pregou um sermão em Nauvoo:
"[William Law] foi para Cartago e jurou que eu tinha lhe dito que eu era culpado de adultério. Este matrimônio espiritual! Por que, um homem não fala ou pisca, só por medo de ser acusado disto.... Um homem me perguntou se havia um Mandamento dizendo que o homem podia ter sete esposas; e agora [William Law] me acusou de adultério....Eu sou inocente de todas estas acusações e vocês podem ser testemunhas de minha inocência, porque vocês me conhecem... é uma coisa horrível um homem ser acusado de cometer adultério, e ter sete esposas, quando eu só tenho uma. Eu sou o mesmo homem, e tão inocente quanto eu fui quatorze anos atrás; e eu posso lhes provar todos os perjúrios." - (História da Igreja 6:410-411)

A Verdade: 
Em maio de 1844, Joseph Smith tinha se "casado" com mais de trinta mulheres, depois de secretamente as instruir que ele tinha recebido uma revelação de Deus lhe mandando que praticasse o "matrimônio celestial" (poligamia). A revelação hoje é considerada canônica  na Doutrinas e Convênios, seção 132. As cerimônias de matrimônio ("selo") foram realizadas em segredo, com um dos colegas da igreja de Smith oficializando. Cerca de 1/3 das mulheres já tinham maridos legais que ainda viviam. A maioria das mulheres depois disse que sua relação com o profeta envolvia relações inter-sexuais. Já que nenhum destes matrimônios eram legais sob as leis civis na época, todas estas relações eram adúlteras. Para mais detalhes, veja Todd Compton, In Sacred Loneliness: The Plural Wives of Joseph Smith, Salt Lake City 1998.

As Mentiras de Hyrum Smith Sobre Poligamia 
A Mentira: 
No jornal oficial mórmon, Times and Seasons, de 15 de março de 1844, (Vol.5, No.6, p.474) Hyrum Smith, o irmão de Joseph Smith e Presidente assistente da igreja, escreveu:
"Para os irmãos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, vivendo em China Creek, no condado de Hancock, saudações: considerando que o irmão Richard Hewitt veio a mim hoje para saber minhas idéias sobre algumas doutrinas que são pregadas onde ele mora, e monstrando-me o que alguns de seus anciões dizem, que um homem que tem um certo sacerdócio, pode ter tantas esposas quanto quiser, e que ensinamos esta doutrina: eu lhes digo que quem assim diz ensina falsa doutrina, pois não há nenhuma doutrina deste tipo aqui; não praticamos isto aqui, e qualquer homem que for achado ensinando qualquer doutrina deste tipo reservada ou publicamente, será culpado, terá uma chance de ser trazido ante o Alto Conselho, e também perderá sua licença e os membros de sua igreja: então ele terá de se precaver melhor sobre o que ele é". (grifo nosso)

A Verdade:
Na ocasião em que escreveu isto, Hyrum Smith tinha se casado de forma polígama com pelo menos cinco esposas, a maioria no ano anterior (ele foi convertido à doutrina da poligamia secreta em 1843). Suas esposas polígamas foram Mercy R. Fielding, Catherine Phillips, Lydia Dibble, Louisa Sanger, uma mulher chamada Perry e outra mulher chamada Derbot. (listadas por D. Michael Quinn, The Mormon Hierarchy: Origins of Power [Vol. 1], Salt Lake City 1994, pp. 583-584)

As mentiras de  Brigham Young  sobre o massacre de Mountain MeadowsUm dos eventos mais horríveis da história de Utah foi a morte por ataque de uma companhia inteira de imigrantes que atravessam Utah em 1857 para a Califórnia. Brigham Young foi o governador territorial de Utah na época. Só um homem, John D. Lee, foi punido, depois de longas investigações e dois longos julgamentos. Lee insistiu (talvez corretamente) que ele era só um bode expiatório, um "cordeiro de sacrifício" e logo, não era  o único mórmon culpado.

A Mentira: 
A posição ofical de Brigham Young sobre o massacre - uma posição que foi seguida por muitos anos pela igreja - foi depois colocada em um sermão que ele fez cinco anos:

"Em 1857, calculo que havia cerca de onze mil tropas aqui; umas sete mil começaram deste lugar, com vários milhares de homens. Eles entraram neste território quando uma companhia de emigrantes estava viajando na rota sul para a Califórnia. Quase toda a companhia foi destruída pelos índios. Este infeliz acontecimento, os índios disseram, foi culpa dos brancos... mas até o momento eles [as autoridades federais] não tocaram no assunto, com medo que os mórmons fossem absolvidos da acusação de não terem participado e nossos inimigos ficariam sem este fato para nos acusar, quando forem nos atacar". (Diário de Discursos 10:109-110, 7 de abril de 1862)

A Verdade: 
Hoje sabemos que o massacre foi organizado por mórmons brancos, e que Brigham Young sabia disto por 1862. Veja Juanita Brooks, The Mountain Meadows Massacre, Univ. of Oklahoma Press, 1991.

      Brooks escreveu:

"Enquanto Brigham Young e George A. Smith, as maiores autoridades da igreja, especificamente não ordenaram o massacre, pregaram sermões e prepararam condições sociais que o fizeram possível...enquanto que ele não ordenou e poderia ter evitado se pudesse, Brigham Young foi cúmplice do fato, pois ele sabia do que acontecia e como e porquê acontecia. A evidência disto é abundante e inequívoca, e de respeitáveis fontes mórmons". (pág. 219, grifo nisso)

John D. Lee, que foi a única perssoa a ser condenado pelo massacre, escreveu em suas Confissões:
"O general George A. Smith tinha um grande posto como um líder militar. Ele era um dos doze apóstolos e por isso era considerado por mim um homem inspirado. Suas ordens eram sagradas para mim e eu tinha o dever de obedecer, sem vacilar... o general me disse que ele dissera aos índios que os mórmons eram seus amigos e que os americanos eram seus inimigos...que os índios deviam se preparar para lutar contra todos os americanos e só fazerem paz com os mórmons e obedecer o que os mórmons lhes dissessem o que fazer - era esta a vontade do Grande Espírito. Ele disse aos índios que se eles ajudassem os mórmons contra seus inimigos, os mórmons sempre iriam colaborar com eles, lhe providenciando tudo para solucionar suas necessidades, dando armas e munições para caça e guerra e ajudando os índios contra seus inimigos. Sempre acreditei, desde este dia, que o general George A. Smith estava visitando o sul de Utah para preparar as pessoas a exterminarem os imigrantes do capitão Francher e hoje creio que eles foram mandandos para matál-os por ordem direta de Brigham Young".

As mentiras de Gordon B. Hinckley 
Gordon B. Hinckley se tornou o cabeça da cabeça da igreja em 1995, tendo assim oficialmente os títulos de "presidente, profeta, vidente, revelator e tradutor" (D&C 107:91-92). Hoje (2001) em seus noventa anos, ele gastou uma longa parte de sua vida ao trabalho da igreja, muito na questão das relações públicas. Nos anos desde que ele dirigiu a igreja, sua administração fez um grande esforço para apresentar a igreja para o mundo de uma forma favorável. Ele viajou ao mundo inteiro e foi muito entrevistado por repórteres e apresentadores de televisão.

Infelizmente, em seu esforço para tentar a igreja parecer boa, Hinckley usou muitas mentiras para fazer isso.

A Mentira: 
Don Lattin (editor de religião, entrevistando Gordon B. Hinckley, San Francisco Chronicle, em 13 de abril de 1997, p 3/Z1)
Pergunta: Há algumas diferenças significantes em suas crenças [das outras igrejas cristãs]. Por exemplo, os mórmons não acreditam que Deus já foi um homem?
Hinckley: Eu não diria isso. Há um verso que diz: "Como o homem é, Deus foi. Como Deus é, o homem pode se tornar". Isto é só um versinho como qualquer outro.  Isso entra em alguma teologia muito profunda sobre a que nós não sabemos muito. [grifo nosso] 
A Verdade:
Joseph Smith ("King Follett Discourse," Journal of Discourses 6:3-4, também em Teachings of the Prophet Joseph Smith, 342-345)::
"O próprio Deus já foi como nós somos hoje, e é um Homem exaltado, e está entronizado nos céus. Esse é o grande segredo... é o primeiro princípio do Evangelho saber com certeza o caráter de Deus e saber ...que ele já foi um homem como nós....Eis, então, é vida eterna - conhecer o único sábio e verdadeiro Deus; e ter que aprender como serdes deuses por si mesmos...iguais a todos os deuses antes de vós..." [grifo nosso]

Brigham Young, sucessor de Joseph Smith (Diário de Discursos 7:333):
"Ele [Deus] é nosso Pai - o Pai de nossos espíritos, e já foi um homem mortal como nós somos, e é agora um ser exaltado". [ênfase somou]

Bruce R. McConkie, apóstolo e teólogo mórmon (Doutrina Mórmon, 1966 ed p 250):
"...Deus ...é um Ser pessoal, um homem santo e exaltado..."

Joseph Fielding Smith, apóstolo e teólogo mórmon, depois presidente da igreja (Doutrinas da Salvação 1:10):
" Deus é um homem exaltado. Algumas pessoas tem dificuldade em entender as declarações do Profeta Joseph Smith... que nosso Pai no céu já viveu como nós, morreu e é agora um homem exaltado..."

A Mentira: 
Numa entrevista com Larry King, Hinckley disse o seguinte sobre a antiga prática de poligamia:
HINCKLEY: Quando nosso povo foi ao oeste eles a permitiram [poligamia], mas de uma forma controlada.

A Verdade: 
Os mórmons "foram ao oeste" em 1847, depois de abandonar sua sede em Nauvoo, Illinois. A poligamia tinha sido secretamente praticada por Joseph Smith desde 1833, quando ele "se casou" com sua primeira "esposa plural", Fanny Alger. Alger é listada por fontes oficiais mórmons como a primeira esposa plural de Joseph Smith.
Foi a excessiva prática de poligamia que, apesar de ser praticada em segredo, levou alguns proeminentes mórmons a Nauvoo, que acreditaram que tal prática era falsa. Estes publicaram, em 1844, um jornal (Nauvoo Expositor) expondo e denunciando a poligamia. A destruição ilegal que Smith fez na gráfica do jornal levou diretamente ao estado de guerra civil entre os mórmon e os não-mórmons, a prisão e morte de Smith, e o êxodo para Utah.

Assim, a afirmação de Hinckley, que a poligamia não foi praticada até a chegada mórmon em Utah é falsa.

A Mentira: 
Na mesma entrevista com Larry King, disse Hinckley:
HINCKLEY: Eu digo isto para as outras pessoas: faça todo o bem que você puder. Nós não temos nenhuma hostilidade com qualquer outra igreja. Nós não nos opomos às outras igrejas. Nós nunca falamos mal das outras igrejas. [grifo noso]

A Verdade: 
Joseph Smith foi o primeiro mórmon a atacar outras religiões. Em sua autobiografia (agora parte das escrituras mórmon, aPérola de Grande Preço) ele diz:

"Perguntei aos Personagens [Deus Pai e Deus Filho] que estavam na luz acima de mim, qual de todas as seitas era a certa (pois neste momento nunca havia pensado em meu coração que todas eram falsas) e a qual deveria me unir. Me responderam que eu não deveria me juntar a nenhuma, porque todas elas estavam erradas; e o Personagem que me respondeu disse que todos seus credos eram uma abominação à sua vista; que esses professores eram todos corruptos..." (Joseph Smith - História 1:18-19, grifo nosso)

Mentiras oficiais da igrejaO "verdadeiro" folheto publicado pela Igreja SUD:

Esta é uma citação do folheto "A Verdade Sobre a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias", publicada pelo Departamento de Relações Públicas da igreja em Salt Lake City. Este folheto muito é distribuído aos não-mórmons como uma primeira introdução para o mormonismo:

"Durante os primeiros anos em Utah, alguns membros da Igreja praticaram poligamia, praticada segundo a prática do Antigo Testamento, que eles consideraram ser um princípio religioso revelado por Deus ao fundador da Igreja, Joseph Smith. Em 1890, o presidente da Igreja, Wilford Woodruff, anunciou o fim da prática da poligamia na igreja. Hoje não há nenhum membro praticante da poligamia na igreja".

Esta é minha lista de mentiras ou meias-verdades que deixam o leitor ignorante com uma falsa impressão:

A Mentira: 
" ...em Utah..."

A Verdade: 
A poligamia começou em 1835 em Kirtland, com Joseph Smith e Fanny Alger (sua primeira esposa polígama, segundo a lista compilada pelo historiador da igreja Andrew Jenson em 1887) e se tornou difundida entre os íntimos de Joseph em Nauvoo por 1844, antes da migração para Utah (1846).

A Mentira: 
"...alguns membros..."

A Verdade: 
Os polígamos no princípio não eram os "membros", mas eram a liderança da igreja e SÓ a liderança da igreja (até 1852 a prática foi mantida em segredo dos membros da igreja).
E não eram só "alguns" - quase todos os líderes da igreja o praticaram e depois de 1852 Brigham Young tentou conseguir que "todos" os membros praticassem, pregando que um monogâmico não seria exaltado ao céu como um polígamo. Quase todos os líderes da igreja antes de 1890 eram polígamos.

A Mentira: 
"...praticada segundo a prática do Antigo Testamento..."

A Verdade: 
No Antigo Testamento, a poligamia não era uma violação do direito civil, como foi em Ohio e Illinois; o Antigo Testamento não permitia que um homem se casar com uma mulher cujo marido ainda estava vivo, como Joseph Smith fez; nem permitia que um homem se casasse com as irmãs, ou uma filha e mãe, como o Joseph Smith fez. Esta frase é só uma fraca tentativa de fazer a poligamia dos mórmons parecer bíblica.

A Mentira: 
"...que eles consideraram..."

A Verdade: 
Eles foram informados e ordenados que isto era um princípio religioso. Esta frase dá a falsa idéia que os praticantes de poligamia estavam errados em pensar que era uma revelação para Joseph Smith e que a poligamia era uma idéia que os próprios membros tiveram. Por que não diz que "ERA" um princípio religioso revelado ao profeta Joseph Smith?

A Mentira (verdade incompleta) 
"...revelado por Deus ao fundador da igreja..."

A Verdade: 
E ainda nas escrituras da igreja a Doutrina e Convênios 132...

A Mentira (verdade incompleta): 
"Wilford Woodruff anunciou o fim..."

A Verdade: 
Embora a pessoa que lê isso pense que Woodruff (então presidente da igreja) era um inimigo da poligamia, ele não era: ele tinha sido casado com onze mulheres, e estava com a maior relutância em acabar com a prática, e foi só por causa da intensa pressão da opinião pública nos Estados Unidos terminar esta "segunda relíquia de barbarismo na América" (o outra - escravidão - tinha acabado pouco antes) que ele anunciou que a igreja já não a praticaria.

Mas isto não terminou com a poligamia. Matrimônios polígamos foram executados secretamente por líderes da igreja durante uma década, pelo menos até 1906 ou 1907.



Fonte: http://www.centralmormon.110mb.com/morment.htm

quarta-feira, 9 de maio de 2012

$ilão descendo a pancada... "Se preparem!"

Pastor Silas Malafaia afirma que processará ativistas gays que o acusaram de homofobia: “Se preparem”. Assista na íntegra
Durante a última edição do programa Vitória em Cristo, exibido no último sábado, 05/05, o pastor Silas Malafaia comentou a decisão da Justiça de extinguir o processo movido contra ele pelo Ministério Público.
Na ação, o MP acusava o pastor Silas Malafaia de incitação à violência contra homossexuais, por conta de sua fala no mesmo programa, criticando ativistas gays que usaram símbolos da igreja católica em posições homoeróticas durante a Parada Gay 2011 em São Paulo.
Em seus comentários, Silas Malafaia afirmou que processará quatro pessoas envolvidas nas acusações de que ele é homofóbico. O líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo porém, não citou os nomes das pessoas contra quem moverá processos.
“Movimento gay: nós não estamos na ditadura, não. Ok? Eu sou livre para me expressar, garantia constitucional. E ele (o juiz) ‘bota’ (sic) isso aqui, eu não li. Agora os senhores se preparem. Os senhores que me chamaram de homofóbico vão lá no tribunal agora. Não vou deixar passar não. Vai ter que provar que sou homofóbico”, afirmou o pastor Silas Malafaia.
Antes de encerrar seu programa, Malafaia marcou um novo embate com os ativistas gays na audiência pública do dia 15/05, que será realizada no Senado, para discussão do PL 122: “Eu quero ver a cara de vocês. Eu vou estar lá, na mesa”.
O pastor ainda insinuou ainda que essa era apenas a primeira derrota do movimento gay: “É a primeira ‘lambada’ que vocês tomam. Eu to (sic) dizendo que é tiro no pé, contra o próprio movimento, o que vocês tão (sic) tentando fazer comigo. Uma perseguição descabida e tresloucada. Tomaram uma bordoada do juiz federal”.
Abaixo, assista a íntegra do programa. Para ver as afirmações do pastor Silas Malafaia sobre os processos que moverá contra os acusadores, adiante o vídeo até 58:35. Confira:
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Salmo 23 segundo o caipira

“O sinhô é meu pastô e nada 


há de me fartá!

Ele me faiz caminhá pelos 



verde capinzá.

Ele tamém me leva pros 


corgos de água carma 

Inda que eu tenha qui andá 



nos buraco assombrado

lá pelas encruzinhada do capeta;


não careço tê medo di nada, a-modo-de-quê 



Ele é mais forte que o “coisa-ruim”

Ele sempre nos aprepara uma boa bóia


na frente di tudo quanto é maracutaia


E é assim que um dia quando a gente tivé mais-pra-lá-do-



qui-pra-cá nóis vai morá no rancho do sinhô 

pra inté nunca mais se acabá… Ameim!”





by Cleudson Corrêa
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